Já estou farta de ouvir:
Crise
Merkel
BCE
FMI
Grécia
Spreads
Que o Benfica foi roubado (esta foi uma provocação)
Sarkozy
Pingo Doce
Desemprego
Falências
Insolvências
Não há por aí umas boas notícias!
quinta-feira, 10 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Bravo
A minha "familiar" virtual, falou aqui numa revista que eu já nem me lembrava a Bravo, a revista que todas as adolescentes compravam, a dita era escrita em alemão e duvido que há cerca de 20 anos ou mais percebêssemos um chavo de alemão, nas nossas cabeças ainda não pairava a importância de saber alemão para podermos ir para um país que tivesse empregos no futuro, a Merkel ainda devia andar ao espelho a ensaiar discursos e a planear a sua ascensão e o Passos Coelho ainda não mandava ninguém emigrar, ainda devia andar pela Jotas a ver onde podia encaixar-se para subir sem qualquer estudo ou esforço, bem isto agora não interessa nada.
Eu e a minha irmã esperávamos com ansiedade a edição de cada revista, já nem me lembro a periodicidade da mesma, e quando a comprávamos era ver qual o poster que tinha saído e colar nos cadernos uns pequenos autocolante que saíam, a mana como é 5 anos mais velha é que decidia se o poster era colado no quarto ou não, O George Michael passou por lá e o mais engraçado é saber que ele de mulheres foge como o diabo da cruz e nós ingénuas a pensarmos que era um macho latino, o Falco com o seu hit Rock me Amadeus, os Modern Talking e tantos que hoje em dia só penso como é que é possível, mais tarde lá foram aparecendo os U2, eu era muito mais nova e a minha irmã lá me impingia aquelas vedetas, a minha mãe desesperava ao ver aqueles posters colados com fita cola e não permitia muitos, então lá íamos mudando para não nos cansarmos.
Depois também haviam os actores de cinema, lembro-me de um jovem imberbe que na altura parecia um homem feito o Ralph Macchio que era a estrela principal do Karate Kid que para os padrões da altura e tendo em conta a nossa idade era o máximo, mas até que apareceu o verdadeiro artista e destronou todos, e que com aquele sorriso era impossível resistir-lhe o Tom Cruise, após o filme Top Gun não havia ninguém com mais pinta.
Hoje farto-me de rir com todas aquelas palermices que fazem parte da adolescência eu era mais infância mas influenciada pela minha irmã, mas eram coisas saudáveis que os nossos pais também de uma forma ou de outra também tiveram, o meu pai achava a Françoise Hardy uma brasa, penso que a Bond Girl em biquini Ursula Andress também, a minha mãe não perdia uma série do Santo em que o charmoso Roger Moore arrasava corações e os meus filhos que hão-de vir também vão ter estes devaneios só espero que não me apareçam cá em casa com um poster do Justin Bieber.
Eu e a minha irmã esperávamos com ansiedade a edição de cada revista, já nem me lembro a periodicidade da mesma, e quando a comprávamos era ver qual o poster que tinha saído e colar nos cadernos uns pequenos autocolante que saíam, a mana como é 5 anos mais velha é que decidia se o poster era colado no quarto ou não, O George Michael passou por lá e o mais engraçado é saber que ele de mulheres foge como o diabo da cruz e nós ingénuas a pensarmos que era um macho latino, o Falco com o seu hit Rock me Amadeus, os Modern Talking e tantos que hoje em dia só penso como é que é possível, mais tarde lá foram aparecendo os U2, eu era muito mais nova e a minha irmã lá me impingia aquelas vedetas, a minha mãe desesperava ao ver aqueles posters colados com fita cola e não permitia muitos, então lá íamos mudando para não nos cansarmos.
Depois também haviam os actores de cinema, lembro-me de um jovem imberbe que na altura parecia um homem feito o Ralph Macchio que era a estrela principal do Karate Kid que para os padrões da altura e tendo em conta a nossa idade era o máximo, mas até que apareceu o verdadeiro artista e destronou todos, e que com aquele sorriso era impossível resistir-lhe o Tom Cruise, após o filme Top Gun não havia ninguém com mais pinta.
Hoje farto-me de rir com todas aquelas palermices que fazem parte da adolescência eu era mais infância mas influenciada pela minha irmã, mas eram coisas saudáveis que os nossos pais também de uma forma ou de outra também tiveram, o meu pai achava a Françoise Hardy uma brasa, penso que a Bond Girl em biquini Ursula Andress também, a minha mãe não perdia uma série do Santo em que o charmoso Roger Moore arrasava corações e os meus filhos que hão-de vir também vão ter estes devaneios só espero que não me apareçam cá em casa com um poster do Justin Bieber.
Modernices
A minha saga contra a ligação à internet continua, diz que o wireless está com um problema e eu continuo à espera, e é nestes momentos que vejo o quanto dependente da net sou, parece que falta qualquer coisa se formos a ver em casa pouco preciso da net, a não ser para ir visitar os meus amigos virtuais, ver uma receita e outras pequenas coisas, mas saber que não tenho acesso parece que é que quando mais preciso, recuando uns anos atrás e se for ver não muitos era o mesmo que não ter uma enciclopédia ou um dicionário em casa quando havia alguma dúvida de como se escrevia uma palavra ou saber algo sobre um país e ainda me lembro daqueles calhamaços que eram os livros de receitas como o Pantagruel e os livros da Maria de Lurdes Modesto.
O mesmo se passa com o telemóvel, apesar de ter uma relação muito saudável com o meu, se me esquecer dele em casa parece que falta qualquer coisa, quando o uso do telemóvel não era vulgarizado ainda me lembro de ser miúda e ir às Amoreiras e vi um senhor a passear com um que mais parecia um tijolo de tão grande que era e tudo aquilo me pareceu tão estranho nunca pensando que daqui a uns anos também ia ter um mas de dimensões reduzidas, sempre que saía e ia de férias sem os meus pais tinha de ligar para casa então lembro-me de comprar aqueles cartões da PT ou ia até a um café e existiam aqueles contadores de impulsos, penso que deve ser já uma peça de museu.
Agora vou-vos visitar até às vossas casas virtuais e tentar comentar já que ontem não consegui.
O mesmo se passa com o telemóvel, apesar de ter uma relação muito saudável com o meu, se me esquecer dele em casa parece que falta qualquer coisa, quando o uso do telemóvel não era vulgarizado ainda me lembro de ser miúda e ir às Amoreiras e vi um senhor a passear com um que mais parecia um tijolo de tão grande que era e tudo aquilo me pareceu tão estranho nunca pensando que daqui a uns anos também ia ter um mas de dimensões reduzidas, sempre que saía e ia de férias sem os meus pais tinha de ligar para casa então lembro-me de comprar aqueles cartões da PT ou ia até a um café e existiam aqueles contadores de impulsos, penso que deve ser já uma peça de museu.
Agora vou-vos visitar até às vossas casas virtuais e tentar comentar já que ontem não consegui.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Blogues
Nem sei se vou conseguir publicar este post, a net não está a colaborar e volta e meia cai a ligação.
Estou chateada quero ver o que os meus amigos blogueiros escreveram e não consigo ver nada em condições nem comentar, sou uma novata nisto dos blogues e se há um ano atrás não me interessava nem um pouco por todo este universo, hoje em dia gosto de visitar os meus favoritos.
Este encantamento começou em Agosto, numa altura em que na empresa havia pouco para fazer, foi a seguir às minhas férias e nos primeiros dias de trabalho o volume de trabalho era muito pouco e o que entrava era logo despachado, então tinha que ocupar o tempo e comecei a ver blogues, inicialmente os que vi foram os ditos comerciais, aqueles que são mais publicitados e comentados, mas os assuntos que escreviam eram sem interesse para os meus gostos, só roupa, cosméticos, viagens todas quase aos mesmos sítios (acho que para se ser um fashionista ou lá o que é isso, existem certas viagens que se têm que fazer), tudo me soava a falso, querem fazer querer que vivem em castelos cor de rosa em que tudo é perfeito, não é para mim, logo comecei a abandonar essas leituras, e como isto é uma bola de neve, cada vez o leque de blogues vai aumentando e vamos descobrindo leituras interessantes, em que alguns posts rimos, aprendemos, descobrimos novos livros, músicas e apesar de não conhecer as pessoas que escrevem esses mesmos blogues sinto que tenho alguma, senão muita afinidade , pelo menos parecem-.me pessoas reais e já não dispenso uma leitura diária do que os meus "amigos do outro lado" escrevem.
Estou chateada quero ver o que os meus amigos blogueiros escreveram e não consigo ver nada em condições nem comentar, sou uma novata nisto dos blogues e se há um ano atrás não me interessava nem um pouco por todo este universo, hoje em dia gosto de visitar os meus favoritos.
Este encantamento começou em Agosto, numa altura em que na empresa havia pouco para fazer, foi a seguir às minhas férias e nos primeiros dias de trabalho o volume de trabalho era muito pouco e o que entrava era logo despachado, então tinha que ocupar o tempo e comecei a ver blogues, inicialmente os que vi foram os ditos comerciais, aqueles que são mais publicitados e comentados, mas os assuntos que escreviam eram sem interesse para os meus gostos, só roupa, cosméticos, viagens todas quase aos mesmos sítios (acho que para se ser um fashionista ou lá o que é isso, existem certas viagens que se têm que fazer), tudo me soava a falso, querem fazer querer que vivem em castelos cor de rosa em que tudo é perfeito, não é para mim, logo comecei a abandonar essas leituras, e como isto é uma bola de neve, cada vez o leque de blogues vai aumentando e vamos descobrindo leituras interessantes, em que alguns posts rimos, aprendemos, descobrimos novos livros, músicas e apesar de não conhecer as pessoas que escrevem esses mesmos blogues sinto que tenho alguma, senão muita afinidade , pelo menos parecem-.me pessoas reais e já não dispenso uma leitura diária do que os meus "amigos do outro lado" escrevem.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
No meu café
Como vou todos os dias ao mesmo café, vou-me cruzando sempre com as mesmas pessoas e vou conhecendo os hábitos de cada uma delas, mas há uma senhora que me intriga não deve ter ainda 50 anos, ruiva e bem engraçada, vai todos os dias ao café no final do dia e pede sempre um café e uma super bock em garrafa das médias, enche o copo de cerveja e vai alternando entre o café e a cerveja dá um golo de cada uma das bebidas à vez, fuma um cigarro e em menos de 5 minutos vai-se embora, e todos os dias repete o mesmo ritual, quando chego a casa estaciono o carro e lá está ela a beberricar a cevada e o café.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Grito
Uma das notícias que li hoje foi que o quadro do pintor Norueguês Edvard Munch "O Grito" foi vendido por 91 milhões de euros, a base de licitação estava nos 40 milhões de euros e em apenas 12 minutos foi vendido por 91 milhões, existem quatro versões deste quadro, três estão em museus na Noruega e este estava na posse de um empresário Norueguês cujo pai tinha sido amigo e patrono do pintor, com o dinheiro arrecadado vai construir um hotel e um museu em Hvitsten na Noruega, acho que com a pipa de massa que vai receber pode ficar debaixo de um coqueiro a ouvir o mar e a beber bebidas coloridas o resto da vida dele, e as próximas gerações também podem gozar de uma vida confortável.
Depois fiquei a pensar quem teria comprado o quadro por aquela quantia, provavelmente alguma família Árabe ou algum magnata da Rússia, e será que vão colocar o quadro nas sala ou provavelmente vai para algum cofre na Suiça.
Esta história fez-me lembrar um episódio, trabalhei numa empresa em Lisboa em que a dona era Arquitecta e era uma apaixonada pela arte, frequentava exposições e adorava comprar quadros, houve uma vez que comprou um quadro de um jovem pintor que tinha ganho um prémio internacional e lá abriu os cordões à bolsa e desembolsou uma quantia bastante avultada, e levou o quadro para uma quinta que possuía fora de Lisboa e frequentava apenas ao fim de semana, nessa quinta viviam os caseiros, o homem tratava do exterior e a mulher das lides da casa, quadro pendurado na sala tudo muito bonito,um desses fins de semana a arquitecta foi descansar até à sua quinta e ao lá chegar vai até à cozinha cumprimentar a empregada e eis que ao lá chegar depara-se com um dos seus piores pesadelos vê o quadro a secar no chão a cozinha e se a última vez que o viu lembrava-se da predominância do azul Indigo agora era de um azul desmaiado e todo manchado, em pânico tenta compreender o que se tinha passado e a empregada com a sua ingenuidade diz-lhe que olhou para o quadro e viu bolor e que faz muito mal à saúde então para acabar com aquilo passou-lhe água com lixívia e assim ficou limpinho, acho que a empregada perdeu o emprego e a arquitecta uns bons euros, o quadro agora estava no gabinete da empresa e sempre que ia lá dava-me vontade de rir.
Depois fiquei a pensar quem teria comprado o quadro por aquela quantia, provavelmente alguma família Árabe ou algum magnata da Rússia, e será que vão colocar o quadro nas sala ou provavelmente vai para algum cofre na Suiça.
Esta história fez-me lembrar um episódio, trabalhei numa empresa em Lisboa em que a dona era Arquitecta e era uma apaixonada pela arte, frequentava exposições e adorava comprar quadros, houve uma vez que comprou um quadro de um jovem pintor que tinha ganho um prémio internacional e lá abriu os cordões à bolsa e desembolsou uma quantia bastante avultada, e levou o quadro para uma quinta que possuía fora de Lisboa e frequentava apenas ao fim de semana, nessa quinta viviam os caseiros, o homem tratava do exterior e a mulher das lides da casa, quadro pendurado na sala tudo muito bonito,um desses fins de semana a arquitecta foi descansar até à sua quinta e ao lá chegar vai até à cozinha cumprimentar a empregada e eis que ao lá chegar depara-se com um dos seus piores pesadelos vê o quadro a secar no chão a cozinha e se a última vez que o viu lembrava-se da predominância do azul Indigo agora era de um azul desmaiado e todo manchado, em pânico tenta compreender o que se tinha passado e a empregada com a sua ingenuidade diz-lhe que olhou para o quadro e viu bolor e que faz muito mal à saúde então para acabar com aquilo passou-lhe água com lixívia e assim ficou limpinho, acho que a empregada perdeu o emprego e a arquitecta uns bons euros, o quadro agora estava no gabinete da empresa e sempre que ia lá dava-me vontade de rir.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Pingo Doce Venha cá!
Sei que é um assunto mais que falado, mas mesmo assim não posso deixar de falar no mesmo.
Ontem e hoje não se fala em outra coisa, a acção promocional do PD, tenho de concordar que foi uma campanha de marketing genial, primeiro porque o PD facturou como nunca e para isso é que se gasta milhares em publicidade e depois porque não houve noticiário e afins que não abordassem o tema, falem bem ou falem mal, o importante aqui é falar e o objectivo foi cumprido, o Sr. Alexandre Soares dos Santos deve estar mais que satisfeito com os seu departamento de mkt, e ainda devia estar mais satisfeito com os funcionários que ontem trabalharam a um ritmo alucinante e inimaginável.
Foi uma provocação a campanha ter sido feita no 1º de Maio? penso que sim, e se perguntarmos às pessoas se preferiam que os funcionários tivessem gozado o feriado ou a campanha de 50% de desconto, nesta altura em que o país se encontra e que os € são mais que escassos a resposta é óbvia.
Compreendo os sindicatos quando ficaram indignados com a abertura dos Hipermercados no 1º de Maio, e das supostas pressões que os funcionários sofreram, mas temos de ser realistas, os empregos em Portugal escasseiam, a taxa de desemprego já vai nos 15%, quem está empregado muitas vezes senão na maioria das vezes está numa situação precária, tem casa para pagar, filhos para criar e um sem número de despesas, como é que se pode dar ao luxo de dizer que não trabalha num dia feriado à entidade patronal estando numa situação destas, acho muito difícil, o discurso dos sindicalistas tem que mudar um pouco e ver a realidade do país, com isto não quero que pensem que sou a favor deste capitalismo que corrói a nossa sociedade e é a raiz de todos os problemas, uma maneira de exprimirmos a nossa indignação era não termos efectuado compras no dia de ontem.
E como sempre acontece, após estes acontecimentos existem sempre momentos de humor aqui vai um deles.
Ontem e hoje não se fala em outra coisa, a acção promocional do PD, tenho de concordar que foi uma campanha de marketing genial, primeiro porque o PD facturou como nunca e para isso é que se gasta milhares em publicidade e depois porque não houve noticiário e afins que não abordassem o tema, falem bem ou falem mal, o importante aqui é falar e o objectivo foi cumprido, o Sr. Alexandre Soares dos Santos deve estar mais que satisfeito com os seu departamento de mkt, e ainda devia estar mais satisfeito com os funcionários que ontem trabalharam a um ritmo alucinante e inimaginável.
Foi uma provocação a campanha ter sido feita no 1º de Maio? penso que sim, e se perguntarmos às pessoas se preferiam que os funcionários tivessem gozado o feriado ou a campanha de 50% de desconto, nesta altura em que o país se encontra e que os € são mais que escassos a resposta é óbvia.
Compreendo os sindicatos quando ficaram indignados com a abertura dos Hipermercados no 1º de Maio, e das supostas pressões que os funcionários sofreram, mas temos de ser realistas, os empregos em Portugal escasseiam, a taxa de desemprego já vai nos 15%, quem está empregado muitas vezes senão na maioria das vezes está numa situação precária, tem casa para pagar, filhos para criar e um sem número de despesas, como é que se pode dar ao luxo de dizer que não trabalha num dia feriado à entidade patronal estando numa situação destas, acho muito difícil, o discurso dos sindicalistas tem que mudar um pouco e ver a realidade do país, com isto não quero que pensem que sou a favor deste capitalismo que corrói a nossa sociedade e é a raiz de todos os problemas, uma maneira de exprimirmos a nossa indignação era não termos efectuado compras no dia de ontem.
E como sempre acontece, após estes acontecimentos existem sempre momentos de humor aqui vai um deles.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

